See you space cowboy – 14 anos de CowBe

See you space cowboy – 14 anos de CowBe

Comemorando o já passado aniversário de 14 anos deste esplendoroso anime. Sua primeira exibição foi em abril de 1998, mas vamos comemorar de qualquer modo! ^^

Como muitos devem saber, Cowboy Bebop é um anime que ficou muito famoso por ter várias influências de culturas diversas. E esse é ponto.

Uma superprodução Sunrise. Dirigido por Shinichirou Watanabe. Uma ficção científica. Special Western. Adianto que não li os mangás e nem vi o filme. Me baseei apenas nos 26 episódio deste anime e pretendo analisar suas peculiaridades.

[Há um ou outro pequeno spoiler, mas nada comprometedor. Juro.]

Antes, um pequeno review para refrescar a memória de uns e adentrar àqueles que não viram a obra. Acredito que podemos dizer, sem errar, que é um dos animes mais bem feitos e primorosos do final do século XX e um dos maiores de todos os tempos, suas referências ao jazz e ao velho-oeste são as mais marcantes, fato que consolidou a miscigenação de gêneros e o sucesso do anime nos EUA.

Em um mundo futurístico, na década de 2070, os seres humanos desenvolveram muito a tecnologia robótica e a internet, que gira em torno de praticamente todo o Sistema Solar. A migração para outros planetas e vários outros tipos de governos se tornou algo normal. As pessoas não lembram bem de como era viver na Terra, local que foi abanado pela maioria da população graças a um incidente que houve com a Lua e um meteorito, causando destruições no planeta azul.

Um dos astros em que grande parte das pessoas vivem é Marte. A taxa de natalidade aumentou agressivamente e, consequentemente, os crimes também. Para isso, surgiram os Cowboys, pessoas ou ‘organizações’ independentes que agem como Caçadores de Recompensa. Exatamente como no velho-oeste. Só que, agora, com naves, viagens na velocidade da luz e armas milhões de vezes mais avançadas.

A história conta sobre o pessoal da nave Bebop. O dono da nave, Jet Black, é um homem de 36 anos que era policial e acabou se unindo a Spike Spiegel como caçador de recompensas. Já Spike tem um passado misterioso e, com termos de seu passado que não convém relatar aqui, virou um cowboy “temido” por criminosos. Eles acabam conhecendo, no início do anime, Faye Valentine. Esta tem um passado ainda mais insano e era mais levada para o lado criminoso da história. Mas acaba, naturalmente, unindo-se aos rapazes. Enquanto Ed, Edward, Radical Edward ou, simplesmente, Edward Wong Hau Pepelu Tivruski IV, é uma garota hacker que manipula tanto computadores quanto naves. É uma personagem mais complementar, mas dá um carisma ao grupo [Apesar de também representar conceitos familiares no anime]. Carisma que também é incrementado o mascote da equipe, Ein, um cachorro da raça  Pembroke Welsh Corgi que acabou sofrendo experiências laboratoriais que o tornaram um animalzinho mais esperto que o normal.

O anime, por seu roteiro maior, se resume a contar o dia a dia dos caçadores de recompensas da nave Bebop. Seja por sua aleatoriedades buscando criminosos ou contando um pouco sobre suas vidas, vale ressaltar que a maioria dos episódios são independentes, assim como Mushishi.

Nosso especial vai relembrar os pontos mais importantes dessa obra e que a tornaram um clássico: suas referências, influências, teorias mundanas… Prontos para embarcar nessa? Vamos lá Space Cowboys!

Uma homenagem à homenagem

Não foi um anime que me acometeu de uma forma tão impactante, mesmo abrangendo gêneros que adoro. Mas vale notar que a temática deste anime é excitante. Não é algo com episódios que seguem um  enredo tal o tempo todo. Assim, foge do enjoo. Como a maioria dos animes detetivescos, CowBe usa das aleatoriedades para trazer em pequenas histórias com, certas vezes, uso de ironias para criar determinados ambientes. E os episódios que passam conseguem trazer mais e mais meios alternativos para culturas diferentes, sempre fazendo analogias a músicas. Esse tipo de andamento, várias vezes, consegue ser mais consistente que uma obra com um roteiro centrado na história principal.

Com isso, vale apontar que o anime não é o mais original em questões mundanas. Digo, para cada teoria sobre os acontecimentos daqueles mundo há usos de diferentes artifícios já existentes em algum meio. Seja em séries e filmes americanos, em musicalidades ou em outros tipos de culturas, mesmo japonesas.

Contudo, o ótimo uso de cada um desses elementos para criar seu próprio mundo torna a obra algo original. Os cowboys caçadores de recompensas, os woolongs (sistema monetário do anime), tecnologias interplanetárias, batalhas corpo a corpo e com naves… Ou seja, aquele mundo, como um todo, se torna autêntico.

 Lupim III

Como o próprio diretor de Cowboy Bebop já comentou, essa obra tem seu protagonista baseado em Arséne Lupin. Aquele contexto criminoso, com lutas cheias de armas… O próprio anime de Lupim, por sua sistemática, já é baseado em vários filmes e séries americanas. Facilmente compreendemos, por toda aquela história de a cultura japonesa na metade do século XX para cá ser baseada em vários fatores nos EUA. Seja na música, na televisão, em novelas, em livros, na mídia… O Japão pegou muitas referências dos Estados Unidos para construir o país como é hoje. E os animes não poderiam ser diferentes, visto que Cowboy Bebop tem a maioria de suas influências nessa cultura americana.

Star Wars

Bem, desses filmes e séries espaciais, eu só vi Star Wars. Então, só posso afirmar com certeza que CowBe pegou várias de suas batalhas entre naves, seja com lasers ou com grandes explosões, a partir dessa trilogia [Que depois teve outra trilogia]. Até mesmo algum conceito ou outro sobre repúblicas e governos, mesmo que não tão explícitos em CowBe, tiveram algumas referências na obra de George Lucas.

Butch Cassidy and the Sundance Kid 

Novamente, o próprio Watanabe afirmou que a relação entre Spike e Jet vem um pouco deste filme do final dos anos 60. Aqueles dois amigos do velho-oeste que ficam fugindo, correndo, brigando, lutando, às vezes se ajudando. São íntimos mas ao mesmo tempo não sabem muito sobre o passado um do outro.

Twin Peaks

Assim como Butch Cassidy, eu não vi Twin Peaks. Como eu não cheguei a ver nada que dissesse que Watanabe usou deste seriado americano como influência, não posso dizer com segurança. Porém, segundo este site, há alguma coisa ou outra no personagem Mike de Twin Peaks e no personagem Shane de Shane, em nosso protagonista, Spike. Não é como se houvesse uma direta referência, mas, tanto Twin Peaks como Shane, têm ambientes western e alguma coisa sobre FBI. E são obras que possivelmente Watanabe viu para poder se basear ou não em Cowboy Bebop. Afinal, Twin Peaks é um seriado de nada menos que David Linch, referência para a mídia televisiva de qualquer ponto até hoje.

Hong Kong

Heroic Bloodshed é um estilo de filme de Hong Kong. Isso, aqueles filmes de ação do Jackie Chan. Assim como alguns filmes de velho-oeste e os próprios seriados de ação e luta, este gênero de filme envolve laços de honra, dignidade e, principalmente, parceria. É claro que os americanos se “beneficiaram” deste gênero, vide os filmes do próprio Jackie Chan. Contudo, o filme The Killer é referência direta para Cowboy Bebop. E este filme é chinês mesmo. Novamente, não cheguei a ver o filme mas, pelo o que consta em comentários e imagens que eu relacionei ao anime, as origens são essas.

Estilos de luta

Cheguei a falar de Star Wars e, em relação às lutas ‘espaciais’, vai ficar por isso mesmo. Entretanto, mesmo eles tendo tecnologias suficientes para poderem ser extremamente poderosos sem precisar de treinamento físico, há as lutas corpo a corpo. E essas são as mais interessantes, pois são as mais presentes em situações importantes no anime. Até porque, para trazer aquela sina emocional, estar cara a cara com seu oponente e colocar os sentimentos nos golpes é algo fundamental em uma batalha. Pelo menos é um valor do anime.

Enfim, desde Bruce Lee até filmes noir, Spike se encontra em várias situações perigosas. Lidando com máfias, sistemas, robôs, serial killers, psicopatas, rivais, inimigos, amigos, policiais, criminosos, outras organizações… Estes mesmos elementos são próprias referências ao mundo do século XX. Além do Kung Fu, as lutas com armamentos e explosivos são muito bem feitas e, talvez, o ponto mais relevante da obra.

Música

Quer dizer, certamente, o ponto mais relevante do anime inteiro é a música. Bebop foi um movimento do jazz nos EUA. Iniciou lá nos anos 40, com Charlie Parker e Dizzy Gillespie, e se estendeu até o fim dos anos 60 em sua era dourada. Com isso, fica claro que o anime é baseado diretamente em correntes musicais para fazer seu andamento. Isso fica evidente nos próprios episódios, que são denominados ‘sessões’.

A partir disso já poderíamos fazer um destaque para a trilha sonora do anime. Apesar de chamar o jazz como gênero principal, o blues certamente é tão recorrente na série quanto o tal Bebop. Além disso, há um episódio, Heavy Metal Queen, que trata especificamente do heavy metal. Os gêneros musicais explorados em Cowboy Bebop não se restringem a apenas isto. Cada cena consegue pegar um gênero específico e abusar de parte dele para representar um cena ou outra. Tanto que há várias trilhas sonoras no anime. Juntando com a do filme então!

Destaque no anime, que até ficou marcado para muitos, foi a trilha sonora de Yoko Kanno. Yoko chegou a fazer parte do elenco de Sakamichi no Apollon, e ela já se tornou referência musical para animes que tratam bem de melodias. Além disso, também faz arranjos para e toca na banda The Seatbelts, que fez a abertura e os encerramentos de CowBe. A própria OP do anime é uma grande referência  ao estilo de vários destes filmes/séries citados, principalmente quando se trata de armas e lutas.

Noir

O ponto máximo do anime! Pelo menos o que mais me atrai. O noir é um gênero de filmes abrangendo características policiais e de confronto. Sempre em uma representação cínica e negativa da arrogante sociedade na cidade grande. As mulheres são os seres menos confiáveis, cometendo assassinatos e traições ‘discretas’, usando muita sedução (Faye Valentine). Em meio a esses mundos ordinários, sempre há um personagem bom que, com ironia do contexto, precisa adentrar às criminalidades (Jet Black).

Noir é uma expressão francesa que designa filme preto. Contudo, as maiores influências ainda são em filmes do expressionismo alemão. E algumas das maiores produções são americanas. Os filmes foram originalmente baseados e feitos ainda nas décadas de 30, 40. Mas o mais relevante em CowBe, e até mesmo em certos animes atuais, está no neo-noir, que vem um pouco depois, lá pela década de 60 em diante.

Sabem aquele cenário obscuro, suspensivo e acometedor de um circo? É enraizado em filmes noir. Os palhaços risonhos, mesmo o Coringa do Batman. Aliás, o próprio ambiente de Batman é baseado em um conteúdo noir. O personagem Pierrot, do episódio Pierrot, O Louco em Cowboy Bebop, faz essa representação de um serial killer insano e que não vê positividades em viver, apenas em matar.

TODA a ambientação de Cowboy Bebop gira em torno do noir. Seja pelas músicas enganadoras de um jazz afável ou pela explosão de uma granada. Muito cigarro, bebida, cores escuras. Que às vezes são contrastadas com o design clássico de cores bem vivas em certas cenas, assim como na OP deste anime. E o próprio noir serve como crítica à sociedade. E várias dessas críticas ficam muio bem retratadas no anime.

Episódios 4, 22 e 23

Bem, eu queria falar diretamente destes dois episódios para retratar algumas dessas sátiras à sociedade, à imprensa e tudo mais [Aqui há spoilers mais 'fortes'. Sinto muito].

Natureza humana

O quarto episódio de CowBe relaciona a atual (em 2070) evolução humana com o propósito de sua existência. Segundo a chefa da organização eco-terrorista neste episódio, a humanidade não deveria ser como é mas, sim, voltar à sua origem evolutiva: semelhante aos macacos. Com isso, ela usa algumas bio-armas para fazer os seres humanos voltarem a essas origens.

Mídia e capitalismo

No vigésimo-segundo episódio de Cowboy Bebop, há um personagem chamado Teddy Bomber. Este personagem é um maníaco socialista que vive explodindo as coisas. Seu propósito é fazer as pessoas aceitarem que os prédios grandes que ele explode são a marca exibida e desnecessária desse consumismo exacerbado da sociedade; e o modo como a mídia deixa isso claro mas ninguém se preocupa em fazer nada. Há uma pessoa chamada Ted Kaczynski [essa não é do anime, existiu mesmo] que tinha os mesmos ideais, cometeu as “mesmas” injúrias, suicídios e delitos que Teddy Bomber. E foi nele que Watanabe se baseou para fazer este personagem. Dã.

Bem, com isso, CowBe tenta ver essa premissa como um âmbito filosófico, mesmo que tenha ficado irônico no anime. É um modo anarquista de pensar mas, se pararmos para analisar, um dos únicos métodos para mudar algo significativamente nesses defeitos da sociedade atual. E um pouco dessa prega de comunismo também está destacada no vigésimo-terceiro episódio do anime. Claro, não quer dizer que o autor creia nisso, ele apenas está fazendo sua crítica, sua analogia e sua brincadeira com o tema. Uma retratação satírica.

Igreja e Illuminati

Dominação mundial (no caso de Bebop, universal) é algo que sempre esteve em tese na sociedade humana. No episódio 23 de CowBe, as primeiras cenas são alguém (Spike) trocando de canal incansavelmente. E ficamos atentos às notícias de vários canais, a maioria falando sobre um grupo: o Scratch. Este grupo funciona como uma religião virtual que decide manipular as pessoas a ponto de entender os conceitos divinos, acreditar em almas e espíritos. Tudo por lavagem cerebral. A partir disso, dois conceitos são explorados:

“Deus não criou os homens. Os homens criaram Deus.”

Eu tenho medo de religião. Religião é algo perigoso. Vem da mente perversa, manipuladora e insana de seres humanos. Eu tenho medo de seres humanos. Digo, primeiro surge a crítica em relação à religião manipular as pessoas diante as eras e fazer o que hoje nós temos em mente que ela fez.

Segundo, porém não menos importante, o grupo Scratch é cheio de simbolismos. Seja pela mãos, pirâmides e olhos. E isso é algo que na hora me fez pensar nos Illuminati. Sem querer entrar no mérito de esse tipo de conspiração existir ou não, o fato é que o anime brinca com isso e se torna mais um boa reflexão. Além disso, também há o fato de o grupo Scratch agir pela televisão, ou seja, agir como uma mídia que irá dissertar as regras nas quais os humanos devem se impor a seguir. Sem contar que o próprio anime diz “a pior invenção do homem foi a televisão”.

Com certeza há mais críticas envolvendo os episódios de Bebop, mas achei essas as mais relevantes. Pelo menos as que eu consegui perceber de cara.

Bem, é incrível o modo como tudo se conecta nesse anime. Ao mesmo tempo, é esquisitamente sem graça, se analisarmos determinados detalhes. Não estamos lidando com a Terra ou o fato de as pessoas se encontrarem em um planeta de 4 bilhões de anos. Não, é praticamente o Sistema Solar inteiro.

Além disso, Bebop explora um conceito simples em longo prazo. No início, ele causa um impacto por lidar com mortes, personagens explodindo de raiva e cometendo suicídio pelo ego desestabilizado. Conforme o anime progride, as mortes vêm com menores proporções e mais “amenas”, com apelo emocional. E essa temática é muito explorada em animes do ‘gênero’, até mesmo meu querido Darker Than Black. Na verdade, DTB usa vários fatores que CowBe utiliza, não que sejam originais deste. A origem dessas sistemáticas está mais para Lupin mesmo.

O maior ponto “falho” neste anime são as grandiosidades. No início, por exemplo. Em um dos primeiros episódios há um antagonista com aparência de um moleque de uns 12 anos, no máximo. Enquanto, na verdade, ele tinha, sei lá, 90. Isso foi causado pela tal explosão que houve na Lua. Contudo, explorando casos como este, com certeza a ambição humana correria atrás de vestígios desta sobrenaturalidade (que, no caso, não está sobre a natureza) e usaria para aprimorar a vida como conhecemos. Ou algo assim. Mas CowBe não tem essa ‘noção’ e vários outros casos que poderiam ser conspiratórios acabam se perdendo para meros incidentes sem valor, passados.

E um pouco se deve ao fato de os humanos ainda estarem em exploração universal. Mas, ainda assim, o anime se passa em na década de 2070, e o mundo (sistema solar) ali mostrado tem uma tecnologia extremamente desenvolvida a ponto de haver viagens com hiperespaço. E sem haver pesquisas em áreas genéticas e de desenvolvimento da expectativa de vida humana. Bem, este tipo de “erro” é sempre “bem-vindo”, já que é difícil fazer um roteiro extremamente consistente conseguindo quebrar todas essas premissas.

Apesar de tudo, Cowboy Bebop serve como uma crítica. Até porque, se o  autor ‘pensasse melhor’, provavelmente o mundo não seria daquele jeito em 2070. Claro, temos que levar em conta que ele pensou naquele mundo lá no fim da década de 90, então torna-se plausível. Ainda assim, a humanidade suja que ali é retratada, quase nenhum personagem agindo com bons valores, sempre com o interesse em primeiro lugar. Também é um adiantamento para o que o autor imaginou que todas aqueles fatores que eu citei, como a mídia e televisão, fossem inferir negativamente na nossa sociedade com o passar no tempo.

Acima de tudo isso, é um obra extremamente bem pensada, fazendo bom uso de seus recursos e influências. Muito boa de se assistir e com uma temática que eu gosto muito. Além de que é um clássico dos animes. Se você é um otaku que se preze a assim ser chamado, tem que ter CowBe na sua lista. Tornou-se uma obra impecável em vários pontos. Seja na trilha sonora, animação noir diversificada, character design, entendimento como ficção científica…

Enfim, sei que há mais referências. Não apenas a outras obras mas, principalmente, a críticas sobre personalidades humanas e coisa e tal. Ainda mais nos três últimos emocionantes e bem executados episódios. Mas, também, são coisas que toda obra tem. Se houve algo a mais de relevância que averiguar, sintam-se à vontade para ressaltar nos comentários!

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4 comentários

  1. Adriano disse:

    Cara, um dos melhores animes que ja assisti, final perfeito.

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  2. Jasper Albarn disse:

    Lembro que este foi o primeiro anime que baixei aqui em casa, no tempo da discada e do RMVB, mas valeu a pena, uma série fantástica como poucas, super RECOMENDADO esse sim é TOP :)

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  3. caetanosanguine

    Um dos melhores animes que já vi também. Pena que o vi maratonando, ele não serve pra isso. CowBe é ‘tão clássico’ que eu nem recomendo, é questão de saber sobre essa cultura que tanto adoramos. Não há como ‘manjar’ de animes sem ter visto algumas obras. CowBe é uma delas.

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  4. Heindall disse:

    Realmente, é uma obra maravilhosa, apesar de assistir animes a algum tempo, só vim assistir o CowBe esse ano (mês passado pra ser exato) e sem dúvida merece um 10.
    E que review enorme… xD

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